Neste livro, Wagner José da Rosa busca entender a conjuntura social, econômica e eclesial que levou à organização e fundação da CPT no Mato Grosso do Sul, em processo ocorrido na década de 1970, tendo como base a nova forma de se fazer teologia nascida anos antes, a Teologia da Libertação. O desenvolvimento da pesquisa levantou debates acerca das relações conflitantes e tensões dentro da CPT ou da Igreja no que se refere a terra e à questão camponesa, bem como sobre os limites e perspectivas das ações realizadas pela CPT relativas à questão agrária. Verificou-se que a trajetória da entidade no Mato Grosso do Sul é feita de tensões no entendimento do papel da entidade na luta pela terra, porém é marcada pela defesa da Terra e do modo de vida dos camponeses num Estado assumidamente latifundiário e perseguidor dos pobres do campo
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